quarta-feira, novembro 19, 2014

As I began to love myself - II

Fotos de objectos. / Objects in photos.

E na sequência do meu post anterior, hoje deixo por aqui, a última parte, desta grande lição de vida, que nos deixou Charlie Chaplin, por ocasião do seu 70º aniversário...
Foto de Ana Freire.
" (...) Quando me amei de verdade, livrei-me de tudo o que não era saudável para mim. Refeições, pessoas, coisas, situações e sobretudo, de tudo o que me pusesse constantemente para baixo, me afastasse de mim. Comecei por chamar esta atitude de "egoísmo saudável". 
Hoje sei que se chama AMOR-PRÓPRIO. 
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muito menos vezes. 
Hoje descobri que isso se chama HUMILDADE. 
Quando me amei de verdade, desisti de continuar a reviver  o passado e de me preocupar com o futuro. Agora mantenho-me no presente que é onde TUDO acontece. 
Hoje vivo um dia de cada vez e chamo a isso PLENITUDE. 
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas quando a coloco ao serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada. 
A esta ligação chamo hoje INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. 
Já não precisamos de temer discussões, conflitos e problemas connosco e com os outros, pois até as estrelas chocam, por vezes, e criam novos mundos. 
Hoje sei que ISSO É A VIDA." (CHARLIE CHAPLIN, realizador, actor, comediante e compositor, no seu 70º aniversário, 1889 - 1977) 
E na sequência do meu post anterior, hoje deixo por aqui, a última parte, desta grande lição de vida, que nos deixou Charlie Chaplin, por ocasião do seu 70º aniversário... / And following my previous post, today I leave here, the last part of this great life lesson, which left us Charlie Chaplin, by the occasion of his 70th birthday...
Novos Mundos... / New Worlds...

And following my previous post, today I leave here, the last part of this great life lesson, which left us Charlie Chaplin, by the occasion of his 70th birthday...
Photo by Ana Freire.
 " (...) As I began to love myself I freed myself of anything that is no good for my health. Food, people, things, situations, and everything the drew me down and away from myself. At first I called this attitude a healthy egoism. 
Today I know it is LOVE OF ONESELF. 
As I began to love myself I quit trying to always be right, and ever since I was wrong less of the time. 
Today I discovered that is MODESTY. 
As I began to love myself I refused to go on living in the past and worry about the future. Now, I only live for the moment, where EVERYTHING is happening. 
Today I live each day, day by day, and I call it FULLFILLMENT. 
As I began to love myself I recognized that my mind can disturb me and it can make me sick. But as I connected it to my heart, my mind became a valuable ally. 
Today I call this connection WISDOM OF THE HEART. 
We no longer need to fear arguments, confrontations or any kind of problems with ourselves or others. Even stars collide, and out of their crashing new worlds are born. 
Today I know THAT IS LIFE." (CHARLIE CHAPLINdirectoractorcomedian and composeron his 70th birthday, 1889-1977)

26 comentários:

  1. Há Amor no ar ~_-------


    E é bonito amar e ser amado..

    O sol brilha
    nas nuvens mais obscuras das frescuras...


    xoxo de aqui dos calhaus frios da Serra
    *--








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    1. E é sempre bonito amar e ser amado... a começar por nós mesmos, João... para sabermos amar os outros...
      Obrigada pela simpatia de sempre...
      Um beijo, aqui da Aldeia debaixo de água... hoje, só mesmo com escafandro, por aqui...
      Ana

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  2. Amar a si mesmo é primordial para amar os que estão do nosso lado e as lições se aprendidas ajudam muito.
    Ficou faltando explicar em que estrelas fostes para conseguir essa belezura de foto... :))
    _ será num lustre ?rs
    Bonito Ana _ se conseguirmos metade já avançamos!
    um abraço

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    1. Eu acho que a Lis, é o meu outro eu, do outro lado do Atlântico...
      Como sempre, descobre os meus pensamentos... até ao tutano do osso...
      E andou bem perto de adivinhar... é um pisa-papéis em vidro!
      Obrigada, pela doçura e simpatia de sempre, Lis!
      Beijos
      Ana

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  3. Depois de ler tudo e das respectivas das lições de vida, e quando as cores vibrantes por si só já não chegam, à Ana só restou a alternativa de embarcar no consumo de um bom champanhe?
    É desta forma que devo interpretar estas duas últimas fotografias?

    Se assim é, então um brinde à vida e as coisas boas da vida.
    :-) :-D

    Um efeito borbulhoso que nos deixa hipnotizados. A conjugação de cores (azuis e os tons metálicos) ficou perfeita.

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    1. Remus, quem é que anda sempre com os copos (de pé alto)... no seu blog... a fazer belas fotos?... Quem é?...
      Champanhe, não é coisa que eu aprecie especialmente... nem caviar, felizmente... para os esturjões...
      O efeito foi conseguido tão sómente com um pisa-papéis em vidro. No big deal!
      Mas confesso que ultrapassou as minhas expectativas...
      Obrigada pela visita e comentário, Remus!
      Bjs
      Ana

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  4. ...se bem que de vez em quando (ou frequentemente) também sabe bem algo que não é saudável e que também faz parte do viver o presente...

    Saudações mudas!

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    1. Depende, do que se comece a achar ser o limite do que é saudável... e do que se queira ou não AXAr...
      Saudações surdas!
      Ana

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  5. Já conhecia este bonito texto, que me chegou por mail, não sei quando. É muito bonito!

    A foto deixou-me super curiosa! Não consigo imaginar o que será...

    Beijinhos e um bom fim-de-semana:)

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    1. Também já o conhecia há algum tempo, Isabel... mas só recentemente, é que me lembrei de o partilhar, por aqui.
      A imagem, foi feita com um pisa papéis em vidro, daqueles com dupla função... que tanto dá para pisa-papéis, como base para colocar uma vela, daquelas bem baixinhas e redondas...
      Confesso que até eu fiquei surpreendida com o resultado...
      Beijinhos, Isabel. Obrigada pela visita e comentário, e um bom final de semana!
      Ana

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  6. Magnífico e real texto!

    Rara e ímpar foto!

    Não imagino como foi tirada! Parece um"pedaço"do Cosmos!

    Beijinhos.

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    1. Muitíssimo obrigada, Elisa!
      Também adorei este texto, desde que o descobri pela primeira vez.
      Em relação à foto, foi tirada de um pisa-papéis em vidro. Também me surpreendi um pouco, com o resultado, devo confessar, pois até nem costumo fazer fotos deste género...
      Beijinhos
      Ana

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  7. a sabedoria continua... concordo com todas as palavras! excelente texto.
    a foto parece de outro mundo! foste raptada por ETs e deixaram tirar fotos??!! :)

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    1. Este texto bateu-me cá dentro, desde a primeira vez que o li, Paulo, mas só há pouco tempo me lembrei de o partilhar, por aqui...
      A foto?... Foi mesmo... Andava eu sossegadita, na minha vidinha... quando me aparece um ET do espaço sideral... E vai daí... começa a abduzir-me... ora abduza daqui... ora abduza dali...
      Viro-me para ele, e digo-lhe: já que não abduzas como deve ser, levas com um pisa-papéis na testa, no meio das antenas, para veres estrelas, e voltares mais depressa lá para o teu planeta XPTO...
      Estes ET's não se decidem... Não cheguei a perceber, se queria abduzir-me para Júpiter, ou para Neptuno... Não há paciência... Certos ET's não sabem mesmo o que é querem...
      E assim apareceu o pisa-papéis... no meio disto tudo... ao qual aproveitei para tirar a fotografia...
      Abraço
      Ana

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  8. Eu adoro esse texto!
    Otimo abstrato, jamais conseguiria adivinhar se vc nao dissesse do que se trata!
    Bom fds Ana! ;-)
    Beijos

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    1. Obrigada, Lúcia!
      Já conhecia este texto há algum tempo, mas só mais recentemente, é que me lembrei de que poderia dar uns posts interessantes, aqui no blog.
      A foto... precisava de um universo bem fácil de inventar, para combinar com a última parte do texto... e foi o que se pôde arranjar...
      Beijos. Bom domingo
      Ana

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  9. Como já li os comentários anteriores já sei o que é a misteriosa e maravilhosa fotografia. ficou linda, muitos parabéns.
    As palavras revelam uma enorme sabedoria de vida e dão que pensar e tentar seguir, dentro do (nosso, de cada um) possível.

    Beijinhos Ana

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    1. Pois é, Rute! Também adorei este texto, logo na primeira vez que o li...
      A foto... não correu mal de todo... e nem é nada o género de fotos que eu costumo tirar... por isso... uma grande parte do mérito... acho que foi mesmo do pisa-papéis... He he he... Lá calhou...
      Muitíssimo obrigada pela visita, e palavras de apreço, Rute!
      Beijinhos. Bom domingo!
      Ana

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  10. Nascemos pequeninos. Crescemos e na "plenitude" dos anos somos imparáveis. Donos de "inteligência emocional", fervoroso "amor-próprio" e ilimitadamente sábios.
    Mais tarde e grisalhos, percebemos que não crescemos tudo. O saber não se esgotou com a idade. Muito há para aprender, tornamos-nos mais conscientes e recuperamos a "humildade."
    Finalmente aceitamos e percebemos que "isso é vida".

    Feliz semana.

    Abraço.

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    1. É mesmo, Armindo...
      Enquanto somos mais novos, efectivamente, achamo-nos os Reis da Sabedoria, e a falta de humildade, é uma bandeira que gostamos de hastear bem alto... só a vivência nos mostra o quanto ainda nos falta apreender... e as lições de vida, servem para isso mesmo... para recuperarmos a humildade, e ganharmos consciência, do quanto é precioso cada dia da nossa vida...
      Muitíssimo obrigada, Armindo, pela visita e comentário... que sempre nos deixa a reflectir, mais um pouco... no seu brilhante modo de ver, que tanto aprecio...
      Um abraço. Bom domingo!
      Ana

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  11. Ana e Jorge- Peço desculpa pelo desalinho dos meus comentários. Vou escrevendo da forma como absorvo o texto e ou a foto, da forma como me tocam, sem limitações nem padrões
    .
    Quando entender não publicar, concordarei com naturalidade

    Abraços.

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    1. Armindo, não publicar os seus comentários... seria algo absolutamente impensável por aqui...
      As interpretações do Armindo, para nós, são sempre absolutamente brilhantes, como aliás já tinha frisado há pouco...
      A minha vontade mesmo... é um dia com mais calma fazer mesmo um post, por aqui, destacando umas quantas... O maior problema será tão somente escolhê-las...
      Por isso... ter os seus comentários por aqui... sem limites, nem padrões... é uma honra... um prazer imenso, ler sempre as suas palavras, tão equilibradas e assertivas... e praticamente uma ordem... para que continue exactamente da mesma forma... autêntico, único e sempre especial
      O nosso muito obrigado. Um grande abraço, e pela minha parte, um até amanhã, que hoje não tive oportunidade de visitar o seu blog... mas de amanhã... não escapa...
      Ana

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  12. Palavras que lemos e não mais esquecemos, em vista da sabedoria nelas contidas. A foto está linda. Bjs.

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    1. Muitíssimo obrigada, Marilene!
      Fico feliz que tenha apreciado o post.
      Beijos
      Ana

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  13. Texto extraordinário do Chaplin e a foto não deixou nada à desejar.
    Fabuloso. Bjo

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    1. Obrigadão, maninho!
      Também achei o texto extraordinário, e fico feliz que a foto seja do seu agrado, Jéff!
      E quando não for... também agradeço que você me diga na mesma... as criticas também servem para a gente se aperfeiçoar, e ver as coisas com outros olhos...
      Beijos
      Ana

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